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A consciencialização das consequências das emissões de gases com efeitos de estufa bem como o aumento do preço internacional do petróleo, provocou uma corrida mundial aos biocombustíveis enquanto fonte renovável e endógena de substituição dos produtos petrolíferos importados. De acordo com os dados da Agência Internacional da Energia, estima-se que o consumo mundial de biocombustíveis totalize c. 70 Milhões de tons em 2020 e 130 milhões de tons em 2030. No entanto, para que os benefícios ambientais e de segurança de abastecimento energético se materializem, torna-se indispensável que o sector agrícola a montante se desenvolva de uma forma sustentável, não comprometendo nem as florestas nem as terras e as culturas alimentares. Com efeito, o impacto líquido dos biocombustíveis sobre o ambiente deve ser medido transversalmente – well to wheel -, tendo em consideração os usos alternativos das terras utilizadas, a quantidade de energia necessária ao cultivo, transformação e transporte dos produtos até às fábricas de produção, bem como os rendimentos intrínsecos das plantações energéticas. Se os biocombustíveis se constituem como um importante motor do desenvolvimento rural e de criação de empregos, é imprescindível garantir, desde o início, uma abordagem industrial e tecnológica que promova a competitividade da produção nos mercados internacionais. Neste sentido, o Grupo Exergia aposta particularmente numa planta, um arbusto que dá pelo nome de Jatropha Curcas. A Jatropha é um arbusto – de 2 a 4 metros de altura – que cresce em meios semi-áridos, não necessitando de mais de 1.000 mm de chuva por ano. A reduzida quantidade de água necessária para a sua sobrevivência pode fazer com que seja uma planta importante no combate à desertificação, complementada pelo facto de ser largamente resistente às pragas e ter uma duração de vida entre os 30 e os 50 anos.

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